Nós em Londres


Rita, achas que voltas a Portugal?
Fevereiro 6, 2008, 2:49 pm
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– Não.

– Porquê?

Ler abaixo:

Projectos sobre estatuto profissional dos investigadores científicos «chumbados» no Parlamento

:: 2008-02-01

 
 

A maioria socialista na Assembleia da República rejeitou hoje dois projectos do Bloco de Esquerda e do PCP sobre o estatuto profissional dos investigadores científicos, por considerar que os dois diplomas pretendiam a “nacionalização” e “funcionalização” dos bolseiros.

Os dois projectos-lei – chumbados pelo PS, com a abstenção do PSD e do CDS-PP e os votos favoráveis do PCP, BE, Os Verdes e da deputada não inscrita Luísa Mesquita – pretendiam contratos de trabalho e consequente protecção social para os eternos bolseiros, “com direitos iguais a qualquer trabalhador do país”, lembrando a “situação abusiva do recurso a bolsas para financiar a investigação em Portugal”.

Segundo Miguel Tiago, deputado do PCP, trata-se de “dez mil trabalhadores, técnicos, investigadores, técnicos administrativos que desempenham as suas funções sob o estatuto de Bolseiro de investigação cientifica”, sem contrato de trabalho.

Ana Drago, do BE, salienta que estes investigadores estão “a suprir as necessidades reais das instituições” sob a capa de bolseiros, sem acesso a regalias socias, nomeadamente “subsídio em caso de desemprego”.

O deputado socialista Bravo Nico considerou que as duas propostas são uma “receita para nacionalizar e funcionalizar todo o processo da função dos investigadores” e salientou que o Governo tem tomado iniciativas para resolver o problema dos bolseiros, nomeadamente o programa de inserção de doutorados em empresas, com a criação de mil bolsas, das quais “mais de seiscentas foram atribuídas em 2007”.

“Pela primeira vez Portugal está a exportar mais tecnologia do que immporta e isto é um indicador”, afirmou, salientando que os dois diplomas hoje apresentados “pretendem fazer com que os bolseiros passem a ser investigadores contratados como tal e o PS não pretende nacionalizar uma situação de precaridade”.

Afirmou: “Ao Estado compete ajudar à formação dos cidadãos e não nacionalizar o conhecimeto e a tecnologia”.

O deputado popular José Paulo Carvalho defendeu o debate dos dois diplomas na especialidade e revelou ainda que apresentará um diploma sobre este assunto que propõe a alteração de um simples artigo da actual lei, prevendo que “os bolseiros actualmente sem protecção social passem a ser abrangidos pelo regime geral da Segurança Social”.

In CienciaHoje”

Comentário póstumo:

Não há palavras para o que este texto me faz aos fígados e à alma. Custa-me tanto que parece pessoal. Não falarei mais disto enquanto nao vir um bocadinho de objectividade a querer vir à tona.

Por agora fica-me a raiva surda, e a vontade de os esganar a todos.

Bandidos.

Filhos da mae.

R



Visits memorial
Fevereiro 4, 2008, 11:49 am
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Sem tempo, sem resultados, sem muita paciencia.

Mas com saudades, com memórias boas, com kilómetros nas pernas e os olhos cheios de marmelada, queijo, amigos.

Mais me adiantarei sobre isto, no futuro. Por agora – sem tempo, sem resultados, sem muita paciencia – ficam imagens (que – dizem- falam mais que muito paleio).

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