Nós em Londres


Ronaldo aí vou eu
Dezembro 14, 2007, 4:09 pm
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Segunda feira vou à Macrocyclic Chemistry meeting em Manchester.

Fui avisada que – fora o Cristiano Ronaldo – não há lá grandes monumentos para ver , uma vez que as poucas partes que não foram bombardeadas pelos alemães na IIª Guerra, foram bombardeadas pelo IRA nos anos 70.

Como todo o bom aluno de doutoramento vou com um canudinho às costas – um poster – para mostrar aos senhores doutores o que é que eu ando aqui a fazer. É sempre uma tarefa ingrata porque passamos semanas de roda do computador a fazer gráficos, mudar letrinhas e a pensar que se o alinhamento das frases não estiver perfeito o mundo sai da órbita. No final, a obra está pronta e as pessoas passam exactamente 3,5 segundos a olhar para o poster.

Não me posso queixar muit. Salvo raras excepções não tenho pachorrinha nenhuma para ler posters – são normalmente incompletos e muita chatos de ler. Um artigo científico ao menos pode-se levar no metro para ajudar a desviar os olhos do eventual àrabe suspeito com uma mochila a fazer tique-taque. Os posters não: está-se de pé, normalmente com vinho à mistura e com as celebridades geeks a passar ao lado – e por isso a competição não é justa.

Hei-de ver nesta conferencia semi-ídolos como o Gunlaungsson e o Prof. A.P.Silva (não não é portugues, é do SriLanka. A sério.). Esta conferencia é género o Festival do Sudoeste dos cromos do laboratório e nós lá vamos como bons cromos que somos.

O mais giro é que o meu chefe (o Mike) vai apresentar o nosso trabalho numa comunicação oral e está a com um ataque de nervoso miudinho galopante apenas comparável ao meu estado antes de um exame oral ou de uma pessoa que eu cá sei (olá pai!) antes de viajar para a aldeia mater. Isto quer então dizer que somos todos humanos e que sofremos todos das mesmas ânsias, das mesmas maneiras. É muito evidente isto tudo, mas andamos sempre a arranjar excepções para esta regra e, para mim, o Mike era menos humano e mais super-herói (como todos os supervisores são, imediatamente depois de os acharmos assustadores).

Isto também quer dizer que, para celebrar, ele – amante incondicional da pinga como todo o bom inglês- irá apanhar com todas as certezas uma senhora cardina e vai arrastar a carcaça para o hotel de gatas. E aí vai ser humanidade de supervisor a mais, mas enfim não se pode ter tudo.

Para me certificar que há olhos no meu trabalhinho, aqui vos deixo a minha obra de arte, e os meus (poucos) resultados. Os restantes resultados não cabiam todos na folha e ainda estão muito em pontas soltas para que eu os consiga tornar todos catitas.

Bom, enough said, aí está a bomba.

poster-for-manchester_ritaj.pdf



Olha olha
Dezembro 14, 2007, 1:00 am
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Pessoal, pessoal!!

A Mariza está a cantar na televisão aqui!!!

Ina páááááa!!! Granda pintaaaa!



Dezembro 14, 2007, 12:39 am
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Em resposta a um vídeo do Tom Cruise a passar-se completamente da marmita na Oprah (a Julia Pinheiro afro-americana), vi um comentário que rezava assim:

“Cocaine is God’s way to tell you you’re making too much money” (Robin Williams)

E  achei que o homem é genial. O Robin Williams, isto é, que o outro é de uma bizarria completamente alucinógenica. Eu compreendo que o homem esteja apaixonado, mas não me lembro de espancar o oxigénio e revirar os olhinhos quando me apaixonei pela primeira vez. Homessa. Se apanhassemos uma moca destas cada vez que nos apaixonamos, o Casal Ventoso andava às moscas.

Aqui vai a prova do crime:



Coisas fantasticas à minha beira III
Dezembro 12, 2007, 4:20 pm
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É o Kriste-mas, malta!! O Santa está quase a coming pela cheminé! As little presents estão quase nos little shoes!

..e eu e o Mil fazemos mais macacadas a fazer em Oxford Street que propriamente compras.

..e eu dou por mim a explicar 30 vezes que não, os nossos sobrinhos de 18 meses e 2 anos não vão querer a nova versão do “Assassins” para a Playstation3, por muito espectaculares que sejam os gráficos. Falando por mim, gostava de ver as crianças a chegar à adolescencia sem entrarem numa tripe violenta de estraçalharem todos os ursinhos de peluche lá da creche… dsc00020.jpg

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AHHHHHHHHHHH! Sinto-me vingada
Dezembro 5, 2007, 7:24 pm
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Já tentei dizer isto tudo a tanta gente, mas nunca me saiu assim tão bem arrumadinho. Este senhor escreveu um livro que a Cátia tinha lá por casa e que eu muito descaradamente re-arranjei de forma a que estivesse na minha prateleira e não na dela. Não viu muito das minhas pestanas o desgraçadinho do livro, mas agora compenso por divulgar este pedaço de clarividência que todos aqueles que comigo privam já devia ter por esta altura.

Aí Vai. Façam aí umas grandas aspas se faz favor., que esta voz, hélas, não é a minha…

«Maldita» Química!

Opinião

:: 2007-10-05 Por Carlos CorrêaCircula na televisão um anúncio bem intencionado de combate ao tabagismo, da autoria da Direcção Geral de Saúde, referindo que “… o fumo do tabaco liberta mais de 4000 substâncias químicas, tóxicas, irritantes e cancerígenas …”

Embora concorde inteiramente com o aviso, discordo frontalmente da designação “substâncias químicas” que veicula para o cidadão comum a ideia de que a Química é má e contribui para todos os males do mundo moderno! Então as “substâncias químicas” são um horror! Se fossem só “substâncias”, não haveria problema, mas químicas …

Acresce que essas substâncias tóxicas e cancerígenas do fumo do tabaco não foram produzidas pelos químicos mas ocorrem “naturalmente” e são produzidas na combustão do tabaco, reacção química levada a cabo pela primeira vez pelo homem das cavernas.

Um organismo como a Direcção Geral de Saúde devia ter um mínimo de “cultura química” para não cair na vulgaridade de falar em “subtâncias químicas” como um modo da fazer passar uma mensagem capaz de assustar as pessoas. Deveria ser simplesmente dito que o fumo do tabaco contém mais de 4000 substâncias tóxicas, irritantes e cancerígenas, etc.

Na realidade, bastaria dizer “substância” para que tudo ficasse claro. O adjectivo “química” destina-se a dramatizar a mensagem, o que é um monumental disparate. Para assustar as pessoas bastaria falar no Ministro da Saúde…

Notem que todos os dias ingerimos a substância química água, respiramos a substância química dioxigénio, não nos transformamos em chama porque o dioxigénio é diluído com a substância química azoto, o nosso estômago está cheio da substância química cloreto de hidrogénio e o nosso sangue contém a substância química hemoglobina, onde existe uma substância química da classe das porfirinas ligada à substância química ferro!

O nosso organismo farta-se de produzir substâncias químicas essenciais à vida; se os alimentos não fossem constituídos por substância químicas da classe das vitaminas, carbo-hidratos, lípidos, proteínas, etc. morreriamos de fome! As árvores são constituidas pela substância química celulose, as batatas pela substância química amido e o nosso esqueleto contém, além de outras, a substância química carbonato de cálcio!

É conhecida a anedota que refere que o E300 é uma substância química terrível (é um E…), o ácido ascórbico é tolerável (mas é um ácido…) mas a Vitamina C é uma beleza… até afasta a gripe das aves! Curiosamente, as três designações referem-se à mesma substância!

Como se vê tudo, todas as coisas são constituídas por substâncias. Pelo facto de conhecermos a composição e estrutura dessas substâncias, não é razão para se utilizar o adjectivo “química” quando se pretende chamar a atenção para a toxicidade dessas substâncias. O seu a seu dono.

por Carlos Correa, in http://www.cienciahoje.pt/



Coisas fantásticas à minha beira II
Dezembro 4, 2007, 8:27 pm
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Jews for Jesus

“Jews for Jesus”

Aposto que há um senhor de barbas, com ferrugem nas mãos a dar flic-flacs na campa a esta altura, só pelo arrepio de ver este cartaz fabuloso.

Religion is superticious nonsense

“All religion is superticious nonsense”

Não é que eu concorde -po acaso até não concordo nada. Mas isto em Portugal era dito com mais sal pimenta e sangue – género “Morte a isto” e “Morte áquilo”.

Aqui, como até mesmo os anarcas, ou os ateus quem sabe, são bem educadinhos, vai uma mensagem de protesto…mas com pantufas. “Todas as religiões são tolices supersticiosas”. Pronto, então vá. E agora vou ali beber chá antes de dar uma grande reprimenda ao Mugabe que não sei o que se passa com aquele moço, caramba, não sossega um minuto.

uma superbock em Londres

Na terra das ‘pints’ – baldes de cerveja sem gas capaz de deitar abaixo um tractor – repousa uma valente réstia do império. Palavra que quase que chorámos quando encontramos, por acaso, este pilar de sanidade a suportar a Tower Bridge.

Ah! grandes tugas. Vamos para fora – mas levamos as nossas jolinhas connosco.

R.



A nossa malta em Londres
Dezembro 4, 2007, 8:13 pm
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É o que todos dizemos: “Epá Londres é muita perto”. Mas só é perto quendo o trabalho o dinheiro e os tostões ajudam, e, eu sei, às vezes não ajudam. Em honra àqueles a quem tudo ajudou, sobretudo as saudades, aqui vão fotos bonitas, de dias bonitos.

a ana o miguel e o mil

as primeiras visitas!!

margem sul hard cooooore (mas em notting hill)

A crew margem suliana!!!(Almada rooooooooocks) uns senhorios de sonho

a margem norte em Camden (miguel e susana, da esquerda p direita)